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A MELHOR POLÍTICA PÚBLICA

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o aleitamento materno como "a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental e psíquica da criança e da mulher que amamenta". A recomendação do órgão das Nações Unidas é a prática do aleitamento materno por dois anos ou mais, sendo exclusivo nos seis primeiros meses de vida. 

Estamos falando de uma prática cultural que pode salvar no mundo anualmente a vida de mais de 820 mil crianças com menos de cinco anos. Então, por que no Brasil somente 39% das mães oferecem aleitamento materno exclusivo aos filhos nos primeiros 180 dias de vida? Por que a média nacional é de preocupantes 54 dias?

A OMS ainda define o leite materno como o alimento mais completo e mais nutritivo para o bebê, durante os primeiros seis meses de vida. Apresenta a quantidade ideal de água, proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas e sais minerais. Previne doenças, reduz o risco de obesidade e garante um desenvolvimento cerebral saudável.

Mas, o que é o aleitamento materno exclusivo? Significa que o bebê não consumirá nada além do leite da mãe durante os seis primeiros meses de vida. Nem água, nem chá, muito menos alimentos sólidos. Apenas leite materno.  

Os benefícios da amamentação exclusiva até os seis meses de idade são inúmeros e muito relevantes para serem negligenciados pela sociedade. Entre esses benefícios estão: 

  • Mortalidade infantil: o aleitamento materno pode evitar 13% das mortes em crianças menores de 5 anos em todo o mundo. Evita diarreia, infecções respiratórias e diminui os riscos de alergia, hipertensão, colesterol alto e diabetes.

  • Melhor nutrição: o leite materno contém todos os nutrientes essenciais
    para o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Reduz em 22% a chance de obesidade.

  • Melhor qualidade de vida: crianças amamentadas adoecem menos. Estima-se, por exemplo, que o risco de contrair câncer de mama diminua 4,3% a cada 12 meses de duração de amamentação.

  • Promoção do vínculo afetivo entre mãe e filho: a amamentação é uma forma muito especial de comunicação entre a mãe e o bebê e uma oportunidade de a criança aprender muito cedo a se comunicar com afeto e confiança.

 

Mesmo com inúmeros estudos e alertas dos principais especialistas e organismos internacionais, o aleitamento materno é negligenciado por nossa sociedade. Por isso é necessário realizar uma grande mobilização social que busque recuperar as bases pela cultura do aleitamento materno no Brasil.

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